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| A figura acima apresenta a participação setorial e a evolução do consumo de energia elétrica no período 1984-1999 [20] . No período apresentado, a expansão média do consumo foi de 5.5% ao ano. Neste início de século 21, o consumo de energia elétrica estadual excede 20 TWh/ano, com um consumo anual per capita superior a 2 000 kWh. |
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Conforme ilustrado abaixo, a infra-estrutura de transmissão elétrica no Estado do Rio Grande do Sul está inserida no sistema interligado brasileiro, estando também conectada ao sistema elétrico da Argentina (através das estações conversoras de Garabi e Uruguaiana) e ao sistema elétrico do Uruguai (estação conversora de Rivera, fronteira com Sant'Ana do Livramento). A freqüência alternada utilizada na Argentina e Uruguai é de 50Hz ao invés dos 60Hz utilizados no Brasil, daí a necessidade de estações conversoras na integração energética transnacional. |
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Situado na extremidade do sistema interligado brasileiro, o sistema elétrico rio-grandense tem sido historicamente dependente de reforços na transmissão, bem como da expansão da geração térmica. As tabelas abaixo apresentam a capacidade de geração instalada no Rio Grande do Sul, situação em
2002 [22]. |
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A máxima demanda no sistema elétrico estadual ocorre no período da tarde, nos meses de verão, causado pela
disseminada necessidade de refrigeração de ambientes. Este pico tem atingido valores próximos de 4 000MW (2001-
2002). A partir de 1999, os investimentos em transmissão e em subestações, coordenados pela Secretaria de
Energia, Minas e Comunicações do Estado, trouxeram as necessárias margens de segurança para o atendimento nos
picos de consumo no Rio Grande do Sul. O Estado possui hoje cerca de 6400 km de linhas de transmissão da rede
básica em 525 kV e 230kV, 5200km de linhas de sub-transmissão em 138kV, 69kV e 44kV, e em torno de 100.000 km
de alimentadores em 23,1kV e 13.8kV [25]. O sistema elétrico de transmissão, geração e subestações é apresentado no
Mapa do Sistema Elétrico.
As
Tabelas de Subestações apresentam a localização das principais subestações constantes no mapa do sistema elétrico, como informação útil para estudos de conexão de usinas eólicas ao sistema elétrico gaúcho. |
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O setor elétrico gaúcho é composto por 3 empresas específicas de geração, 1 exclusiva de transmissão, 1 exclusiva de interconexão, 8 concessionárias e 15 permissionárias (cooperativas), discriminadas na tabela abaixo. A distribuição de energia elétrica no Rio Grande do Sul é realizada principalmente pelas empresas CEEE - Companhia Estadual de Energia Elétrica S.A, AES-SUL - Distribuidora Gaúcha de Energia S.A., e RGE - Rio Grande Energia S.A. |
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